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18/07/2018 - 12:00
Queda do índice de reajuste não vai baixar aluguel em Campo Grande
 
 
 
Valor de aluguel em Campo Grande vai continuar estável mesmo com o índice de inflação ter recuado na segunda prévia de julho de 2018. A taxa é de 1,75% menor no comparativo do mês passado.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,53% na segunda prévia de julho, taxa inferior ao 1,75% da segunda prévia de junho. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (18) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com a prévia, o IGP-M acumula taxas de inflação de 5,94% no ano e de 8,26% em 12 meses. As informações são da Agência Brasil.

Porém, mesmo com o recuo do índice, de acordo com o presidente do Sindicato da Habitação em Mato Grosso do Sul (Sicovi), Marcos Augusto Netto, os valores dos aluguéis em Campo Grande não vão baixar. “Estamos vivendo uma estabilidade nos preços desde a recessão de 2014. Tantos os inquilinos como os proprietários foram atingidos pela crise e o objetivo maior é de não perder o bom pagador”, disse o presidente do Secovi.

Para sobreviverem a recessão que se iniciou em 2014, o presidente disse também que alguns proprietários estão sendo instruídos a não ajustar os valores dos aluguéis determinado por lei e que o contrário tem acontecido. “Tem proprietário que atendeu pedido de até baixar o aluguel, ao invés de ajustar ao índice, só para não perder mais”, explicou.

Outra avaliação do presidente é de que tem surgido uma nova modalidade de inquilino em Campo Grande, o inquilino por opção, em que a pessoa tem condições de comprar um imóvel, mas prefere alugar para não deixar o investimento parado e injetar o recurso em algo que tenha rentabilidade. “Alguns, principalmente empresários e fazendeiros, estão preferindo deixar de comprar uma casa de R$ 500 mil, por exemplo, e morar de aluguel, para utilizar o valor em gado ou algum investimento na empresa”, afirmou Marcos Augusto, comparando a Capital de São Paulo que, segundo ele, já adere a essa modalidade há anos.

Outro lado que colabora para a maior procura por imóveis para locação é o aumento do Índice Nacional de Custo da Construção, terceiro subíndice que compõe o IGP-M, em que subiu de 0,48% para 0,90% no período. A segunda prévia de julho foi calculada com base em preços coletados entre os dias 21 de junho de 2018 a 10 de julho.Valor de aluguel em Campo Grande vai continuar estável mesmo com o índice de inflação ter recuado na segunda prévia de julho de 2018. A taxa é de 1,75% menor no comparativo do mês passado.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,53% na segunda prévia de julho, taxa inferior ao 1,75% da segunda prévia de junho. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (18) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com a prévia, o IGP-M acumula taxas de inflação de 5,94% no ano e de 8,26% em 12 meses. As informações são da Agência Brasil.

Porém, mesmo com o recuo do índice, de acordo com o presidente do Sindicato da Habitação em Mato Grosso do Sul (Sicovi), Marcos Augusto Netto, os valores dos aluguéis em Campo Grande não vão baixar. “Estamos vivendo uma estabilidade nos preços desde a recessão de 2014. Tantos os inquilinos como os proprietários foram atingidos pela crise e o objetivo maior é de não perder o bom pagador”, disse o presidente do Secovi.

Para sobreviverem a recessão que se iniciou em 2014, o presidente disse também que alguns proprietários estão sendo instruídos a não ajustar os valores dos aluguéis determinado por lei e que o contrário tem acontecido. “Tem proprietário que atendeu pedido de até baixar o aluguel, ao invés de ajustar ao índice, só para não perder mais”, explicou.

Outra avaliação do presidente é de que tem surgido uma nova modalidade de inquilino em Campo Grande, o inquilino por opção, em que a pessoa tem condições de comprar um imóvel, mas prefere alugar para não deixar o investimento parado e injetar o recurso em algo que tenha rentabilidade. “Alguns, principalmente empresários e fazendeiros, estão preferindo deixar de comprar uma casa de R$ 500 mil, por exemplo, e morar de aluguel, para utilizar o valor em gado ou algum investimento na empresa”, afirmou Marcos Augusto, comparando a Capital de São Paulo que, segundo ele, já adere a essa modalidade há anos.

Outro lado que colabora para a maior procura por imóveis para locação é o aumento do Índice Nacional de Custo da Construção, terceiro subíndice que compõe o IGP-M, em que subiu de 0,48% para 0,90% no período. A segunda prévia de julho foi calculada com base em preços coletados entre os dias 21 de junho de 2018 a 10 de julho.

*Colaborou natalia Yahn
Correio do Estado
 
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