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01/10/2018 - 15:45
Uso da inteligência e tecnologia tornam o combate à criminalidade mais eficiente
 
 
 
O candidato ao governo do Estado pelo PDT, juiz Odilon de Oliveira, em entrevista à rádio Marabá FM, concedida durante visita à cidade de Maracaju, neste sábado, 29, afirmou que pretende intensificar a polícia comunitária e investir na comunicação entre as polícias. Para ele, a polícia tem de viver junto com as pessoas, conhecer os fatos e as pessoas.

Falando aos moradores de toda a região atendida pela frequência do Grupo Feitosa, o pedetista listou suas principais propostas para a área de segurança e ainda explicou a necessidade de humanizar os serviços no setor. Odilon lembrou que assinou, na tarde desta sexta-feira, 28, em Campo Grande, o “Pacto de Valorização Policial Civil do Estado de Mato Grosso do Sul”, do Sinpol-MS.

Odilon voltou a mencionar a importância de se acabar com o desvio de função. “Há uma defasagem muito grande na Polícia Militar, Civil e também os Bombeiros. Mato Grosso do Sul tem 4,8 mil policiais militares trabalhando e, muitos deles estão em repartições fazendo serviços burocráticos”, citou.

Ele lembrou também que os agentes têm de enfrentar as condições precárias de trabalho, impostas pela estrutura sucateadas das delegacias e atuam também na custódia de presos provisórios, como ocorre com policiais civis. “Outra coisa que tem de funcionar é a inteligência. Todas as polícias precisam se comunicar. Tem de haver uma inteligência baseada na tecnologia”, observou Odilon, referindo-se ao chamado ao monitoramento telemático, que é formado por um conjunto de ferramentas das telecomunicações, como é o caso da telefonia, satélites, cabos e fibra ótica. ”O crime anda muito sofisticado”, acrescentou o pedetista. Ele citou ainda o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron).

“O Sisfron é mantido por uma instituição muito competente que é o Exército, mas o governo não dá mais dinheiro para implantação”, lamentou o candidato do governo pelo PDT. O sistema está sob a responsabilidade da 4ª Cavalaria Mecanizada do Exército, em Dourados, e hoje cobre uma área de 650 km da faixa de fronteira seca do Brasil, que tem 16.686 km. Desse total, 1.517 km correspondem ao território de Mato Grosso do Sul.
 
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